A pureza da água das Casas de Alpedrinha

Piscina do empreendimento utiliza a água de nascente, que também abastece as Casas


ocupadas pelos hóspedes




A água é o símbolo da vida. E, na Vila de Alpedrinha, ela se faz presente em vários locais, como fontes e nascentes próprias, onde é possível observar a pureza do líquido proveniente da natureza. No Chafariz de D. João V, caracterizado por ser uma construção em barroco de planta trapezoidal, também definido por pilastras, a água que jorra é a prova de que a natureza resplandece em meio ao concreto, como uma verdadeira fonte natural da vida.



Esta mesma água, desde 1957, é a responsável por fluir e encher a piscina localizada nas Casas de Alpedrinha. A Piscina de Alpedrinha, com implantação à meia encosta da Serra da Gardunha, reabre a 05 de junho e é uma alternativa de lazer e recreação para moradores e turistas que visitam a Beira Baixa. O mais curioso é que o processo que leva a água até o tanque, sem bombas e recirculação e sem o consumo de energia, acaba por ser mais um sinal do conceito de sustentabilidade, amplamente valorizado pelo empreendimento.


A água abundante e de qualidade da Gardunha é o maior orgulho da comunidade de Alpedrinha, porque constitui um recurso endógeno de riqueza imensurável, que deve ser sempre mencionado e apreciado. Para Luis Sá Pereira, Managing Partner das Casas de Alpedrinha, a água originada da nascente é uma característica específica do empreendimento e deriva do facto de, naquele ambiente, não haver água canalizada. “Estamos dependentes da natureza. Sempre foi assim desde o início. A nossa piscina é o marco onde a água vive, a água que retrata a história que existe aqui, na Serra”, ressalva Pereira.




Sobre a avaliação desse rico recurso hídrico e as análises exigidas, dois tipos de tratamento são realizados nas Casas de Alpedrinha. O primeiro, relacionado à água da piscina e, o segundo, relativo à água que abastece as Casas. “A avaliação da água recolhida no tanque é feita quinzenalmente e o Centro de Saúde também realiza a confirmação disso. Depois, ocorrem as análises para o consumo humano, o que abrange dados mais criteriosos a serem cumpridos. As exigências garantem que a água que circula nos ambientes ocupados pelos hóspedes é própria para consumo”, aponta o Managing Partner.


Há, ainda, um tratamento preventivo com ultravioleta, por meio do funcionamento de lâmpadas que matam qualquer bactéria existente. Tudo é feito de modo a evitar o uso do cloro, para que o sabor original do líquido das nascentes seja mantido e preservado. Assim, apresenta-se uma medida preventiva que elimina qualquer organismo patogénico, com a intenção que os visitantes possam, inclusive, beber a água. Esta é uma iniciativa levada em consideração recentemente, que diz respeito à água disponibilizada para que os hóspedes a bebam, sem custos. Mais um motivo para evitar o uso de garrafas plásticas na estrutura interna das Casas de Alpedrinha.

História em Destaque