Turismo sustentável é algo possível na Serra da Gardunha

Unir turismo rural e o conceito de sustentabilidade é a proposta das Casas de Alpedrinha, por meio de diversas ações

De acordo com a Organização Mundial de Turismo (OMT) o turismo sustentável possui um aspecto principal, que está ligado ao uso adequado dos recursos ambientais, ao respeito à autenticidade sociocultural das comunidades e à garantia que as atividades económicas sejam duradouras e permitidas no​ longo prazo. Para que esta missão seja alcançada é preciso o esforço por parte dos parceiros de uma empresa do segmento turístico, de seus colaboradores e da própria gestão do negócio.


A preocupação das Casas de Alpedrinha sempre esteve em torno das práticas sustentáveis. Como exemplo, hoje, o aquecimento de águas nas Casas para banhos, e até nas dependências do empreendimento, no que diz respeito às máquinas de lavar roupa, é feito por cinco painéis solares.



Já no que se refere às construções, o sistema "capoto" foi utilizado no exterior das paredes das Casas e caixilharia de vidro duplo com corte térmico. Isso tudo para poupar energia e trazer conforto relevante aos hóspedes. Materiais de plástico reciclável também foram de grande valia, nomeadamente na construção de decks e elementos decorativos exteriores. No período de Inverno, salamandras de lenha são usadas para aquecimento das Casas, lenha que provém exclusivamente da Quinta do Anjo da Guarda.


A origem da água que abastece a piscina de 33 metros e as dependéncias do empreendimento é mais uma alternativa que prioriza o uso apropiado de recursos ambientais. Assim, a água brota das nascentes da Serra da Gardunha e, na piscina, obedece a um método de entrada e saída constante, evitando a circulação interna da mesma água e os consumos de energia habituais. Portanto, não há necessidade de energia eléctrica para dar continuidade a este processo.





Mais uma medida seguida é o criterioso tratamento da água das Casas, que é própria para consumo. Há boa água a todos os visitantes e hóspedes e esta é uma forma de evitar o uso de garrafas plásticas. Relativamente à preparação das refeições disponibilizadas aos hóspedes, há o enfoque nos ingredientes e nos produtos locais e biológicos. As pessoas que os produzem também são valorizadas. Como é sempre importante destacar, a base da cozinha do empreendimento é o sabor, a cultura beirã e a sustentabilidade regional.

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